Desenvolvimento e sustentabilidade na América Latina: velha história, novos caminhos Outros Idiomas

ID:
32288
Resumo:
O desenvolvimento, considerado durante muito tempo um valor universalmente aceito, e meta de toda sociedade moderna, hoje é questionado, inclusive sobre a forma como é produzido. É demonstrada a importância do desenvolvimento sustentável em direção à conquista de melhores condições de vida. Determinou-se como objetivo principal deste estudo apresentar insights para a maximização da sustentabilidade enquanto dinamizadora da trajetória de desenvolvimento na América Latina. Foram considerados o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, a Organização das Nações Unidas, o Protocolo de Quioto, entre outros estudos de validade e aceitabilidade internacional para propor parâmetros estratégicos aos negócios da AL.
Citação ABNT:
SILVA, T.; PEREIRA, M. F.; COSTA, A. M. Desenvolvimento e sustentabilidade na América Latina: velha história, novos caminhos. Revista Ibero-Americana de Estratégia, v. 13, n. 2, p. 117-129, 2014.
Citação APA:
Silva, T., Pereira, M. F., & Costa, A. M. (2014). Desenvolvimento e sustentabilidade na América Latina: velha história, novos caminhos. Revista Ibero-Americana de Estratégia, 13(2), 117-129.
DOI:
10.5585/riae.v13i2.2095
Link Permanente:
http://spell.org.br/documentos/ver/32288/desenvolvimento-e-sustentabilidade-na-america-latina--velha-historia--novos-caminhos/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
Almeida, J. E. (2009). Subdesenvolvimento e dependência: uma análise comparada de Celso Furtado e Fernando Henrique Cardoso. Tese de Doutorado. Porto Alegre. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Ciências Econômicas. Programa de Pós-Graduação em Economia.

Bielchowsky, R. (2000). Cinquenta anos de pensamento na CEPAL: uma resenha. Rio de Janeiro: Record.

Bresser-Pereira, L. C. (2004). Proposta de Desenvolvimento para o Brasil. Revista de Economia Política. 24 (4).

Cardoso, F. H. (1971). Política e desenvolvimento em sociedades dependentes. Rio de Janeiro: Zahar.

Cardoso, F. H. (1993). As ideias e seu lugar: ensaios sobre as teorias do desenvolvimento. Petrópolis: Vozes.

Cardoso, F. H. (1993). Originalidade da cópia: CEPAL e a ideia de desenvolvimento. Petrópolis: Vozes.

Cardoso, F. H.; & Faletto, E. (1975). Dependência e desenvolvimento na América Latina: ensaio de interpretação sociológica. Rio de Janeiro: Zahar.

CEPAL. (2008). La transformación productiva 20 años después: viejos problemas, nuevas oportunidades. Santo Domingo: Naciones Unidas.

CEPAL. (2010). A hora da igualdade: brechas por fechar, caminhos por abrir. Brasília: Nações Unidas.

Fonseca, P. C. D. ( 2000). As origens e as vertentes formadoras do pensamento cepalino. Revista Brasileira de Economia. 54 (3).

GEM. (2013). Global Entrepreneurship Monitor. Recuperado em: 03 abr. 2013, de: .

IBGE. (2012). Indicadores de Desenvolvimento Sustentável: Brasil 2012. Rio de Janeiro: IBGE.

IBGE. (2013). Países@. Recuperado em: 02 fev. 2013, de: .

IPCC. (2008). Câmbio climático 2007: informe de sínteses. Ginebra: IPCC.

Jean, Bruno. (2010). Do desenvolvimento regional ao desenvolvimento territorial sustentável: rumo a um desenvolvimento territorial solidário para um bom desenvolvimento dos territórios rurais. In: VIEIRA, Paulo F. et al. (Org.). Desenvolvimento territorial sustentável no Brasil. Florianópolis: Aped; Secco.

Lévesque, B. (2010). Comentários: As bases teóricas e metodológicas do enfoque de desenvolvimento territorial sustentável: Convergências e aportes específicos. In: VIEIRA, Paulo F. et al. (Org.). Desenvolvimento territorial sustentável no Brasil. Florianópolis: Aped; Secco.

Paiva, Suzana. C. F. (2006). Estratégias de política industrial e desenvolvimento econômico: ideias e ideais de Fernando Fajnzylber para a América Latina. Tese de Doutorado: Universidade Estadual de Campinas.

Protocolo de Quioto. (1998). A convenção sobre mudança do clima. Brasília: C&T.

RIO+20. (2012). United Nations Conference on Sustainable Development. Rio de Janeiro: United Nations.

Rossato, J.; Lozano, M. S. P. L.; & Bellen, H. M. (2010). Atores sociais nas dinâmicas de desenvolvimento territorial sustentável: O caso da ASSHORTI. In: Encontro Nacional da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Administração, 34, Rio de Janeiro, Anais. Rio de Janeiro.

ROSTOW, W. (1966). Etapas do desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro: Zahar.

Serva, M. (1999). A dimensão sócio-organizacional do desenvolvimento sustentável. (CD Rom). Anais do I EBANGRAD – I Encontro dos Cursos de Graduação em Administração, Salvador.

Silva, T.; Pereira, M. F.; & Cário, S. A. F. (2013). Considerações sobre inovação e atividade empreendedora na trajetória sul coreana. Revista de Administração e Inovação. 10(4), 9-33.

Traspadini, R.; & Stedile, J. P. (2011). Ruy Mauro Marini: vida e obra. São Paulo: Expressão Popular.

Vieira, P. F. (2007). Ecodesenvolvimento: do conceito à ação. In: SACHS, Ignacy. Rumo à ecossocioeconomia: teoria e prática do desenvolvimento. São Paulo: Cortez.

Wolfe, M. (1976). Desenvolvimento: para que e para quem? Rio de Janeiro: Paz e Terra.

WORLD BANK. (2013). World development indicators. Recuperado em 19 jun. 2013, de: .

WORLD BANK. GDP (current US$). (2014). Recuperado em 10 fev. 2014, de: .